13 out 2015

Sejamos aplicados em purificar o nosso coração

Sejamos, nós também, aplicados em viver assim: primeiro cuidar do nosso interior, lavar, purificar, renovar o nosso próprio coração

Vós fariseus, limpais o copo e o prato por fora, mas o vosso interior está cheio de roubos e maldades.”  (Lucas 11, 39)

 
Quando Jesus se depara com os fariseus que estão, na verdade, O julgando, porque Ele  se aproximou da mesa sem lavar as mãos, Ele aproveita para dar uma lição a eles: “Vocês se preocupam em limpar o copo e o prato somente por fora. Na verdade, vocês estão preocupados com o que as pessoas estão preocupadas, com aquilo que as pessoas estão vendo, se estão preocupadas com as práticas externas. Mas, não têm o cuidado, não têm aplicação de limpar o interior, de purificar o coração.”

É por isso que o coração deles [os fariseus] está cheio de julgamentos, de maldades; eles são capazes de enxergar somente o mal, o defeito, o problema dos outros, mas não se enxergam. Porque, já se acham bons, santos, convertidos; gostam dos louvores que recebem das pessoas, mas não se aplicam em renovar o próprio coração.

Sabe, meus irmãos, nós não podemos permitir que essa desgraça recaia sobre nós. Às vezes, temos cuidados excessivos com a limpeza, com o banho, com o nosso exterior, com a maquiagem e nos esquecemos do essencial. Esquecemos de nos aplicar em renovar o nosso coração, e coisas velhas vão se amontoando dentro de nós, vão apodrecendo dentro do nosso coração, sem que nos apliquemos em lavá-lo e purificá-lo.

Não se esqueça, Deus é aquele que não se deixa levar pelas aparências. Nós nos enganamos, nos deixamos levar por aquilo que é aparente. Deixamos que o nosso olhar se detenha na aparência vulgar das coisas. Mas Deus, na Sua infinita sabedoria, é aquele que conhece a essência, é aquele que vai ao que está dentro do nosso coração.

Oxalá, sejamos nós, também, aplicados em viver assim: primeiro cuidar do nosso interior, lavar, purificar, renovar o nosso próprio coração. E que não olhemos para as pessoas a partir daquilo que vemos, mas a partir daquilo que a pessoa é, a partir da essência, do coração, daquilo que está dentro da alma.

Precisamos nos purificar para nos conhecermos do jeito que somos conhecidos por Deus, para que assim também possamos olhar uns para os outros não da casca, mas do que há dentro.

Deus abençoe você!

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