29 out 2012

Cristo nos liberta do legalismo com seu amor salvador

A chave de leitura desta narrativa é: Jesus estava ensinando numa sinagoga, num dia de sábado. Havia aí uma mulher que, havia dezoito anos já, estava com um espírito que a tornava doente. Era encurvada e incapaz de ficar bem direita. Vendo-a, Jesus a chamou e lhe disse: “Mulher, estás livre da tua doença”. Ele impôs as mãos sobre ela, e ela se ergueu bem direita e começou a louvar a Deus.

A mulher encurvada, que não consegue olhar para o alto, representa o povo sujeito à ideologia do Judaísmo. Jesus é livre para curar no sábado, e diante da fúria do chefe da sinagoga, argumenta que se, no dia do sábado, é permitido desamarrar um animal para que ele beba, com muito mais razão ele podia libertar esta mulher “amarrada” por satanás, curvada sobre a terra, impedida de louvar a Deus. Libertando a todos do legalismo, Jesus manifesta o amor salvador e vivificante.

O chefe da sinagoga, porém, furioso porque Jesus tinha feito uma cura em dia de sábado, se pôs a dizer à multidão: “Há seis dias para trabalhar. Vinde, pois, nesses dias para serdes curados, mas não em dia de sábado”.

O Senhor respondeu-lhe: “Hipócritas! Não solta cada um de vós seu boi ou o jumento do curral, para dar-lhe de beber, mesmo que seja em dia de sábado? Esta filha de Abraão, que Satanás dominou durante dezoito anos, não devia ser libertada dessa prisão, mesmo em dia de sábado?” Esta resposta envergonhou todos os inimigos de Jesus. E a multidão inteira se alegrava com as maravilhas que Ele fazia.

Padre Bantu Mendonça


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